
Enquanto mergulho no seu ritmo, na sua batida,
me esqueço do mundo, me esqueço da vida."
by Eu.
^_^
Hoje eu comecei a ler "Um Estudo em Vermelho", livro de Conan Doyle, no qual marca a primeira aparição de, nada mais nada menos que Sherlock Holmes.Desculpa a ausência galera, o bardo aqui anda meio ocupado com projetos paralelos. Porém, pra não deixar a Torre parada, vou repostar alguns textos que escrevi pro "Blog da Sucia".
Honestamente eu estava bem sem inspiração pra postar alguma coisa hoje, mas de tanto ouvir sobre o filme “The Runaways“ numa conversa com uma amiga aqui do estágio, resolvi fazer um post sobre, afinal eu sou um cinéfilo confesso, e quando o filme conta a história de alguma banda ou cantor, eu fico mais vidrado ainda! \o/
Vamos ao filme!

Esse filme inicialmente ficou conhecido porque a "garota do vampiro" (Kristen Stewart) juntamente com Dakota Fanning (a eterna garotinha assustada do filme “Guerra dos Mundos”) atuariam nele.
The Runaways (“As Fugitivas”) foi uma banda de Punk Rock dos EUA formada em 1975, que tornou-se famosa justamente pelo diferencial de ser unicamente composta por mulheres, algo meio raro no meio, ainda mais se tratando de Punk rock. (True!!!)
O filme está com estréia marcada pro fim de Agosto aqui nas terras tupiniquins, e vai contar a história da origem da banda, passando pelo período de problemas com as drogas e a fama explosiva.
A crítica está favorável, e o filme é realmente bom! Consegui o Dvd e pude comprovar que realmente vale a pena! Quem curte o bom e velho rock'n'roll não pode deixar de assistir.
Para ler a entrevista que a Joan Jett deu para o site “O Globo” a respeito do filme, clique Aqui. Para ver o trailer, vai no YouTube e procure, porque aqui no estágio o site é bloqueado… (snif…)
Existe algo por trás de todos os acontecimentos que vivenciamos, assim é pelo menos o que eu espero. Mas então estaríamos apenas sendo guiados por um caminho pré-definido, sem direito a uma mudança de rumo; ou talvez apenas tenhamos as escolhas, um mar de escolhas, que nos levariam a um mar de caminhos, uma infinidade de destinos. O que também não significa que eles já não estejam reservados pra nós.
Eu acredito em destino. Não aquele acontecimento cinematográfico hollywoodiano, acredito nos detalhes que a vida mostra sutilmente. Preste atenção e concentre-se, nada acontece por acaso. A gente se sente menos livre por pensar que o nosso caminho já está traçado. Mas e se todas as opções que a vida mostra nos levassem a inúmeros caminhos igualmente traçados, como se fossem finais alternativos, ainda assim estariamos presos. Presos as consequências de nossas escolhas.
Escolhas. Eis um possível sentido para a vida. Fazer escolhas, e claro, observar os resultados. E quem sabe a mágica da vida não seja justamente a imensa, a infinita possibilidade de escolhas que nos são oferecidas todo dia, a cada segundo, cabendo a nós saber discernir e enxergar qual delas nos levará ao destino que, em nosso íntimo, desejamos verdadeiramente.